terça-feira, 3 de maio de 2011

Objetos de poder e cura

Objetos de poder e cura

O som é parte integrante de todo ritual de cura nativo. Desde tempos imemoriais o homem percebeu de forma intuitiva que o som é energia, vibração, e que ele tem a capacidade de induzir a estados ou sensações específicas.

Para os índios Cheyennes os sons são tanto asas espirituais como amarras físicas, eles podem levar ao céu, as dimensões sutis, ou ancorar a terra, no corpo físico.

Os sons levam mensagens para as células do corpo físico, informações que, ao contrário das idéias e palavras, não são barradas ou precisam ser interpretadas ou aceitas pela mente racional, são pulsações diretas para nosso inconsciente.

Nosso corpo de energia também pulsa, tem sua própria sonoridade, que entra ou sai da frequência dos outros sons à volta, sons da natureza, dos animais, de outros corpos, recebendo, reagindo e transmitindo informações sutis.

Cada instrumento usado dentro de um ritual cria um tipo diferente de sonoridade, que libera ou condensa uma forma própria de energia.

Tambores, sinos, címbalos, flautas, gongos, chocalhos e a própria voz se tornam ferramentas preciosas para a cura energética, eles permitem transmitir estruturas de informações condensadas e diretas.

Conhecer, descobrir, resgatar, integrar, eis os aspectos trabalhados pelo som, cada entonação é uma porta para um mundo especifico.

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